Terapia Ortomolecular
Há cerca de 20 anos, Linus Pauling constatou que um desequilíbrio bioquímico e celular sempre precedia qualquer doença clinicamente detectável, daí a importância de sua descoberta e correção precoce.

Desta forma, elaborou o conceito de doença da molécula que, no organismo, pode ser controlada através da modificação da concentração de elementos fundamentais, que são os nutrientes essenciais, ou seja, as vitaminas, os minerais, os ácidos graxos e os aminoácidos.
Baseado em suas observações, afirmou ser o Processo Terapêutico Ortomolecular o maior avanço dos últimos tempos e que a ciência acabou confirmando, apesar dos ataques de colegas, que negavam e ridicularizavam suas teorias.
A Terapia Ortomolecular, praticada por terapeutas holísticos, se baseia na pesquisa e preservação do equilíbrio metabólico, peculiar à cada organismo. Não se constitui numa nova especialidade terapêutica, mas numa metodologia de gerenciamento da saúde, visando prevenir para não remediar.

Valendo-se de uma alimentação sadia e equilibrada, onde prevalece o conceito de que nutrição não consiste apenas na ingestão de alimentos, mas no perfeito controle do equilíbrio orgânico através da alimentação, a Terapia Ortomolecular, complementada pelos conceitos da Oligoterapia, permite que cada um atinja e permaneça na sua melhor forma e saúde, além de se constituir numa forma preventiva de auxílio na terapia de problemas mais específicos e de difícil tratamento.
A Oligoterapia ou “medicina das funções”, segundo Menétriér, atua na causa provocando a homeostase do corpo através da energia de elementos dinamizados em doses mínimas. Além deste conceito de energia através dos oligoelementos, a Oligoterapia se utiliza ainda, do conceito de diátese ou conjunto de características que definem o terreno constitucional. Menétriér estabeleceu uma relação entre as causas que levavam à doença (sintomatologia) e grupamentos sindrômicos, que denominou de diáteses e estão correlacionadas à metais presentes em pequenas quantidades no organismo.
O processo terapêutico, através da Oligoterapia, se dá pelo uso dos oligoelementos, prescritos nos tratamentos, em sua forma iônica, diluídos e dinamizados. Ao serem ministrados eles vão criar uma sinergia com os mesmos oligoelementos introduzidos no organismo pela dieta alimentar. Sua introdução no corpo se dá através da pele o que permite que alcance rapidamente a corrente sangüínea, evitando desta forma, o possível bloqueio pelos sucos gástricos durante o processo digestivo.