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As Primeiras Descobertas em Âmbito Internacional



1777 – Alemanha - GEORGE CHRISTOPHER LICHTENBERG


Conseguiu obter, em partículas de poeira, através da Eletricidade Estática, aquilo que poderíamos considerar como sendo uma primitiva “Imagem Bioeletrográfica” e esses registros, em poeira eletrizada, foram por ele batizados de “Eletrográficos” .


1880 – Estados Unidos - NIKOLA TESLA (CROATA)


Mostrou publicamente um halo luminoso em redor do corpo humano quando era exposto a um campo eletromagnético de alta voltagem e de alta freqüência. Mas considerou o assunto apenas como uma curiosidade científica que recebeu o nome genérico de “Efeito Corona” .


1904 – Brasil - Padre Roberto Landell de Moura

Mostrou publicamente um halo luminoso em redor do corpo humano quando era exposto a um campo eletromagnético de alta voltagem e de alta freqüência. Mas considerou o assunto apenas como uma curiosidade científica que recebeu o nome genérico de “Efeito Corona” .

Além de Padre, também era Físico e Engenheiro Politécnico e, em Porto Alegre (RS), inventou uma Máquina Fotográfica que batizou de “Máquina de Bioeletrografia” e tirou uma série enorme de fotos e batizou o halo em torno dos seres humanos de “Perianto”. Pesquisou sobre o assunto durante 8 anos, até 1912. Podemos considerar que o Pe. Landell foi o pioneiro das pesquisas científicas e sistemáticas na área da Bioeletrografia, a nível mundial. No entanto, a Igreja Católica Romana, da época, não permitiu que ele fosse mais adiante em suas pesquisas, por motivos puramente doutrinários e preconceituosos.

1939 – Rússia - SEMYON D. KIRLIAN


Em Krasnodar, na extinta URSS, reinventou a Máquina Kirlian e começou a fazer pesquisas sistemáticas e científicas, com a ajuda de vários cientistas soviéticos. Suas pesquisas somente foram divulgadas ao mundo, a partir de 1960.



1968 – Brasil - Prof. Newton Milhomens

Professor de Física, no final de 1967, em Brasília (DF), fabricou sua primeira Máquina Kirlian, a partir de um esquema soviético, iniciando suas pesquisas científicas em Clínicas Psicológicas e, posteriormente, em Hospitais, a partir de 1968. Mudando-se para o Rio de Janeiro (RJ), em 1981, aí continuou suas pesquisas. Atualmente, reside em Curitiba (PR), desde 1983.

1969 – Alemanha - Dr. Peter Mandel, PhD

Engenheiro e Físico, construiu sua Máquina Kirlian e começou a realizar pesquisas tirando Fotos Kirlian em preto e branco, pois acha que as cores podem atrapalhar na interpretação das Fotos Kirlian. Apenas lhe interessam as estruturas fractais das estrias para diagnosticar problemas de saúde orgânica, através dos pontos da Acupuntura chinesa. Por esse motivo, somente tira Fotos Kirlian simultâneas das mãos e dos pés.

Devido à publicação do livro “Experiências Psíquicas Além da Cortina de Ferro”, de Sheyla Östrander e Lynn Schroeder, o trabalho de Semyon Kirlian popularizou-se por todo o mundo e centenas de pessoas, em todos os países, construíram Máquinas Kirlian e começaram a fazer pesquisas, alguns de maneira amadorística, mas outros, de maneira sistemática e científica. Infelizmente, o assunto foi divulgado pela Imprensa Mundial com muito sensacionalismo, com muito apelo ao Misticismo “barato” e ao Sobrenatural.

1970 – Brasil - Dr. Paulo de Castro Teixeira

O Dr. Paulo de Castro Teixeira, Farmacêutico Homeopata de São José do Rio Preto (SP), construiu sua Máquina Kirlian e tirou inúmeras Fotos Kirlian de diversas pessoas, antes e de 15 em 15 minutos, após a ingestão de medicamentos homeopáticos, encontrando modificações de diversos tipos, nessas Fotos Kirlian. Publicou diversos livros sobre essas suas pesquisas e, até os dias atuais, ainda reside em São José do Rio Preto (SP), onde possui um Laboratório que fabrica medicamentos homeopáticos.


1972 – Brasil - Dr. Hernani G. Andrade

Engenheiro, já falecido, construiu sua Máquina Kirlian, em São Paulo (SP), e tirou muitas Fotos Kirlian de plantas e de seres humanos, divulgando suas pesquisas apenas em revistas e Congressos Espíritas, principalmente no Estado de São Paulo (SP).


1974 – Estados Unidos - Dr. Stanley Krippner, PhD

Psicólogo e Parapsicólogo, autor de vários livros, publicou o livro “The Kirlian Aura” (não traduzido para o Português), onde fez uma resenha geral de tudo o que existia, na época, em âmbito mundial, sobre a Kirliangrafia e sobre o Efeito Kirlian visando mais às abordagens científicas

1975 – Estados Unidos - Dra. Thelma Moss, PhD

Psicóloga e Professora da Universidade da Califórnia, iniciou suas pesquisas em Kirliangrafia e publicou o livro “A Probabilidade do Impossível”, onde relata suas pesquisas iniciais. Posteriormente, publicou “O Corpo Elétrico” (já traduzido para o Português) onde relata o restante de suas pesquisas, até seu afastamento definitivo da Universidade, por puro preconceito.

1983 – Brasil

Publicação do livro “Fotos Kirlian – Como Interpretar”, do Prof. Newton Mi-lhomens, o primeiro, no mundo, a ensinar como fazer diagnósticos de problemas de saúde orgânica e psíquica através das Fotos Kirlian, resultado de suas pesquisas, desde 1968. Atualmente, já está desatualizado e não mais será editado, por recomendação expressa do Autor.



O Prof. Newton Milhomens fundou, em Curitiba (PR), a sua Indústria de Máquinas Kirlian e começou a fabricar os primeiros modelos que foram inicialmente vendidos para Pesquisadores em Parapsicologia e Terapeutas Alternativos mas, posteriormente, para Médicos e Psicólogos.



1985 – Rússia - Dr. Konstantin Korotkov, PhD

Físico, Professor da Universidade de São Petersburgo, após inúmeras pesquisas com uma equipe de cientistas daquela Universidade, descobre que o Efeito Kirlian é o resultado da ionização de gases e vapores emanados pela nossa pele, através dos poros. Batizou esse modelo de GDV (Gas Discharge Visualization) ou, simplesmente, Técnica GDV.


1986 – Brasil

Realização, em Curitiba (PR), do I Congresso Brasileiro de Kirliangrafia, com a presença de mais de 250 pesquisadores em Kirliangrafia, de todo o Brasil. Durante o Congresso, foi aprovado, por unanimidade, o “Padrão Newton Milhomens” como sendo o Padrão Brasileiro Oficial de Kirliangrafia.

1987 – Brasil

Foi publicado na Revista do Hospital das Forças Armadas, o artigo científico “Diagnóstico Oncológico Kirliangráfico” pelos médicos militares de Curitiba (PR), Drs. Júlio Grott e Hélio Grott Filho. Foram os primeiros, no mundo, que descobriram um sinal que batizaram de “fratura”, o qual diagnostica o câncer em seres humanos. No setor ARTIGOS este trabalho encontra-se copiado, na íntegra, uma fotocópia do original da revista.

1987 – Argentina

O Prof. Newton Milhomens foi convidado para proferir uma palestra sobre Kirliangrafia num Congresso de Parapsicologia que foi realizado em Buenos Aires, Argentina. A partir desse evento, iniciou-se, então, a Kirliangrafia sob um enfoque puramente científico naquele país sul-americano.

Anos 1987/95

Durante esse período de 8 anos, centenas de artigos, teses de pós-graduação e vários livros foram publicados em diversos países do mundo, inclusive no Brasil. Alguns desses livros foram escritos de maneira amadorística outros, porém, foram escritos de maneira séria, com muita fundamentação científica e acurado tratamento estatístico. Iniciava-se, assim, a consolidação científica da Kirliangrafia.

1987 – Finlândia

É fundada a IUMAB – International Union of Medical and Applied Bioelectrography (ou, em Português: UIMBA - União Internacional de Medicina e Bioeletrografia Aplicada), o Órgão máximo, a nível mundial, da Bioeletrografia.

1989 – Portugal

O Prof. Newton Milhomens foi o convidado de honra para um Congresso de Parapsicologia patrocinado pela Escola Superior de Biologia e Saúde (uma Faculdade de Medicina Naturista), em Lisboa. Após sua palestra, a Kirliangrafia foi introduzida como Disciplina Oficial naquela Universidade, onde ministrou um Curso de Interpretação de Fotos Kirlian para os alunos de Naturopatia daquela Universidade portuguesa.

1990 – Portugal

O Prof. Newton Milhomens retornou a Portugal para ministrar um curso mais detalhado de Kirliangrafia para os alunos da Escola Superior de Biologia e Saúde, em Lisboa. Vários jornais locais noticiaram esse fato e a TV da Agência Tass, da Rússia, entrevistou-o prometendo que aquela matéria seria irradiada para todo o território russo, para mostrar que um brasileiro estava ensinando, num país europeu, uma técnica que havia sido inventada por um russo, Semyon Kirlian.

1995 – RÚSSIA - Dr. Konstantin Korotkov, PhD

Após muitos anos de pesquisa, consegue fabricar uma Máquina Kirlian que dispensa o uso do filme fotográfico e coloca a imagem diretamente na tela de um computador. Foi um novo marco na História da Bioeletrografia.

1996 – A “COQUELUCHE”

Motivados pelo sucesso das pesquisas na área da Kirliangrafia, radiotécnicos, do mundo inteiro, começaram a fabricar Máquinas Kirlian de “fundo de quintal”. Foi a “coqueluche” mundial dos radiotécnicos. Como seu interesse era meramente comercial, a qualidade e o padrão dessas Máquinas Kirlian de “fundo de quintal” deixavam muito a desejar. Como nenhum desses “fabricantes” jamais participou de qualquer experimento científico, nem possuía formação universitária, com essa atitude, confundiram os leigos e os desinformados, provocando nova onda de descrédito nos meios científicos.

1998 – A INTERNET

Com o desenvolvimento da Internet, a troca de informações, em âmbito mundial, tornou-se muito fácil e logo começaram a aparecer “sites” diversos sobre Kirliangrafia, muitos deles visando apenas interesses comerciais e alguns outros apenas “misticismo barato”. Entretanto, “sites” sérios, de divulgação científica ou de troca de informações científicas, começaram a aparecer, como é o caso da “homepage” do Prof. Newton Milhomens, no Brasil, do Dr. Peter Mandel, na Alemanha e do Dr. Konstantin Korotkov, na Rússia, todos eles versando sobre o Efeito Kirlian de maneira muito séria e somente sob o mais puro enfoque científico. Iniciou-se o intercâmbio bioeletrográfico internacional.

1998 – NOVA ZELÂNDIA

O Prof. Newton Milhomens foi à Universidade de Auckland, Nova Zelândia, para proferir palestras sobre Kirliangrafia sob um enfoque puramente científico, a convite do Dr. Robert Beasley (centro). Em Auckland, conheceu o Dr. Tom Chalko, PhD (à direita), Professor de Física e pesquisador em Kirliangrafia da Universidade de Melbourne, na Austrália.

1999 - RÚSSIA

No início do ano, o Ministério da Saúde da Rússia reconheceu oficialmente a Kirliangrafia como sendo um Fato Científico Comprovado e recomendou sua utilização na Prática Médica. No mês de setembro, a Academia de Ciências da Rússia, durante a realização de um Congresso, em Moscou, com a presença de mais de 300 dos mais renomados cientistas russos, alguns deles até mesmo ganhadores do Prêmio Nobel, reconheceu oficialmente a Kirliangrafia, sob o enfoque GDV, como sendo um fato científico comprovado.

1999 - BRASIL

Realiza-se em Curitiba (PR), o IV Congresso Brasileiro de Kirliangrafia, com a presença de 200 pessoas, tendo como convidado internacional especial o Dr. Konstantin Korotkov, PhD.

2000 - RÚSSIA

O Prof. Newton Milhomens foi o convidado de honra para um Congresso realizado em São Petersburgo, na Rússia. Durante um jantar, num navio, no Lago Ládoga, foi homenageado por ter sido o primeiro pesquisador do mundo, ainda na década de 1970, a conseguir diagnosticar problemas de saúde orgânica e psíquica através das Fotos Kirlian. Sob os auspícios da IUMAB, realizou-se, em Curitiba, o V Congresso Mundial de Kirliangrafia/2000, com a presença de 350 pessoas, sendo 48 europeus. Haviam 5 conferencistas de diversos países da Europa e 5 conferencistas brasileiros. Durante a realização do V Congresso houve uma reunião da IUMAB e foram declarados e reconhecidos como mundialmente oficiais, apenas 3 “Padrões” de Máquinas Kirlian, a saber (em ordem alfabética):
1. Alemanha – “Padrão” Peter Mandel
2. Brasil – “Padrão” Newton Milhomens
3. Rússia – “Padrão” Konstantin Korotkov
Durante a mesma reunião da IUMAB, foi eleito, para Presidente da IUMAB, por um período de 4 anos, o Dr. Konstantin Korotkov, por ser um cientista profissional e por residir na Europa, onde é a sede da IUMAB. Durante o Congresso-2000, a Diretoria da IUMAB, por unanimidade, resolveu mudar, a partir do dia 01/12/2000, o nome de Kirliangrafia para Bioeletrografia, em homenagem ao Pe. Landell, o primeiro a utilizar esse nome e a pesquisar sobre o assunto, de 1904 até 1912. Foi realizada uma homenagem ao Pe. Landell com a entrega de um busto do mesmo ao Dr. Korotkov pela Profa Vania Abatte, na época, Curadora do Museu Landell de Moura, de Porto Alegre (RS).

2000 – RÚSSIA / BRASIL

Carta do Dr. Korotkov, como Presidente da IUMAB, prometendo entronizar o busto do Pe. Landell no Museu da Kirliangrafia, na Rússia, o que realmente aconteceu.

2000 - RÚSSIA

O busto do Pe. Roberto Landell de Moura é entronizado solenemente no Museu da Kirliangrafia, na Rússia, ao lado dos bustos do casal Kirlian juntamente com um livro, em Português, que trata da Biografia do ilustre cientista brasileiro e outro, em Russo, onde o trabalho do casal Kirlian é narrado em minúcias.

2001 – BRASIL

A Bioeletrografia é ensinada como disciplina oficial para uma turma de alunos do Curso de Terapias Holísticas, da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro (RJ), onde foi ministrado, pelo Prof. Newton Milhomens, e por sua esposa, a Dra. Selma Milhomens, o primeiro Curso de Interpretação, em caráter oficial, para a primeira turma daquele Curso de Terapias Holísticas.

2001/2002 – PELO MUNDO

O Dr. Korotkov viajou por diversos países da Europa e também pelos EUA, proferindo palestras e divulgando a Bioeletrografia como Fato Científico.

2002 - BRASIL

Diversos Professores de universidades brasileiras estão adquirindo Máquinas Kirlian “Padrão Newton Milhomens” e realizando pesquisas sérias em diversas áreas, utilizando a Bioeletrografia como instrumento auxiliar às suas pesquisas. Também estão vindo a Curitiba fazer Curso de Interpretação de Bioeletrografias.

BRASIL - 2003

A Dra. Selma Milhomens, Psicóloga e esposa do Prof. Newton Milhomens, começou a lecionar Bioeletrografia na UNIABEL – Universidade Aberta de Ensino Livre, em Curitiba (PR), como disciplina curricular para as turmas de Bioterapia daquela Universidade curitibana.

COLÔMBIA - 2004

A Dra. Edith Torres Noboa, médica equatoriana, radicada em Cali, Colômbia, especialista em doenças degenerativas e ex-aluna do Prof. Newton Milhomens, está utilizando a Bioeletrografia como instrumento auxiliar para diagnostico nos seus pacientes com muito sucesso.



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